
quinta-feira, março 29, 2007
Estavas pronta

quarta-feira, março 28, 2007
Desentendimentos

Malvados intrusos
segunda-feira, março 26, 2007
Que colo é esse?

quinta-feira, março 22, 2007
Vai onde ela te levar
quarta-feira, março 21, 2007
Passarinhos a bailar...

segunda-feira, março 19, 2007
Pai és um pilar na minha vida

domingo, março 18, 2007
Fim do dia

Do melhor que já vivi e experimentei. Inspirava tranquilidade, expirava saúde e boa disposição.
sexta-feira, março 16, 2007
quinta-feira, março 15, 2007
Rituais

terça-feira, março 13, 2007
Desejos

domingo, março 11, 2007
sexta-feira, março 09, 2007
Desculpem qualquer coisinha
quinta-feira, março 08, 2007
Dia da Mulher

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos
Viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo
Ri do meu umbigo
E me crava os dentes
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz
De me deixar maluca
Quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba malfeita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios
De me beijar os seios
Me beijar o ventre
E me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo
Como se o meu corpo fosse a sua casa
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz
Chico Buarque
segunda-feira, março 05, 2007
domingo, março 04, 2007
Diários de uma mulher ao volante

Hoje fui abordada por um anjo em forma de homem. Olhei para ele e estranhei estar ali. Era portador de fracas notícias... Eu já calculava que tinha furado o pneu, mas o meu lado optimista não me permitia admitir a realidade. Contra factos não há argumentos, diz o ditado e muito bem. Restava-me começar a elaborar o Plano B. Foi então que este enviado de Deus põe um enorme sorriso no rosto e se voluntaria com uma bondade e uma disponibilidade como eu nunca antes tinha visto na minha vida. Fui incapaz de recusar a oferta.
Ali ficámos à chuva a mudar a roda. O meu anjo da guarda para além de ensopado, estava também todo enlameado. Perdi-me em agradecimentos. Por estranho que pareça estava-me a fazer confusão a gratuidade daquele gesto. A nossa sociedade tem-nos habituado a que tudo tem um preço e eu estava perante o oposto e não sabia o que havia de fazer.
Encharcados. Troquei o último obrigado e vim para casa com um sabor insuficiente na boca. Alguém tinha feito imenso por mim e eu sinto que nada fiz por esse alguém. Faço agora, faço o que posso. Rezo por ele.
sábado, março 03, 2007
Nos pés de uma bailarina
