domingo, junho 22, 2008

Doce


Doce sabor o teu que provo e saboreio até ao fim, sempre que um pedaço de ti, ser humano escolhido para o meu coração amar, é acolhido pelos meus lábios. Quente abraço que o teu corpo oferece que me embrulha noutra doce sensação. Quatro braços cheios de tudo e dois corações realizados numa perfeita combinação de momentos. É a alegria de amar e de, com intensidade, viver e partilhar a vida que é mais doce porque tu existes. Que é mais especial com a tua presença. Que tem outro sabor porque, naturalmente, adoças tudo o que tocas.

quinta-feira, junho 19, 2008

El Crimen del Padre Amaro

Hoje deixo a sugestão de um filme que já vi por duas vezes. É qualquer coisa de extraordinária. Como o nome indica é uma adaptação do Crime do Padre Amaro, em nada semelhante à versão portuguesa, tão conhecida, polémica e duvidosa... Há todo um jogo entre o lado humano destas personagens, a tentação em que se encontram e o oposto: aquilo que supostamente defendem e pregam pela opção de vida religiosa que fizeram. A ligação ao lado espiritual chega a arrepiar de tão bem feito e tão bem conseguido que está. Aconselho vivamente.

quarta-feira, junho 18, 2008

Formação de professores


Três dias depois e estou de volta. Uma acção de formação levou-me até Évora. Lamento não ter aprendido mais, as expectativas nestas alturas costumam sair furadas. O tema é interessante, importante e muito actual. A maneira como o abordaram infelizmente não trouxe grande novidade para quem já anda mais ou menos metido nestas andanças de Novas Oportunidades. Fica sempre qualquer coisa, para além da pasta com documentos e do certificado no final. É ainda de lamentar que estes três dias de formação, praticante de carácter obrigatório para quem trabalha com este público, não sejam reconhecidos a nível de acreditação para efeitos de concurso, progressão na carreira e consequente avaliação de professores (onde um dos critérios de avaliados é a participação em acções de formação acreditadas). Não se compreende como é que uma coisa destas pedida e "exigida" pelas entidades responsáveis, dada pelo núcleo de formação contínua da Faculdade de Évora, não seja reconhecida pelo Ministério. Ficou, naturalmente, o desagrado de todos os presentes e o registo da reclamação. Apesar de tudo vale (e muito) pelo papel que me certifica ter estes conhecimentos. Nos dias que correm tudo tem de ser justificado e provado. Não que não soubesse muito do que ouvi, mas precisava sempre disto claramente descriminado num papel. Mais um a juntar aos que cá tenho. É uma pasta cheia de micas que progressivamente engorda, à medida em que vou bebendo aqui e ali, numa busca constante de respostas aos desafios do ensino actual em Portugal. Para quê? Nem eu sei bem muitas vezes. Só sei que continuo teimosa nesta profissão que me apaixona, apesar de tantos amargos de boca e dissabores. Não sei até quando, só sei que enquanto continuar a acreditar que vale a pena, continuarei teimosa na tentativa de construção de uma educação que valha que orgulhe a todos.

domingo, junho 15, 2008

Umbigo


Esta morada sem número de porta ou nome de rua definida é certamente uma propriedade privada para uma certa elite que só através da passagem por duras provas e testes pesados, provará ser merecedora de tamanha iguaria. Um umbigo perfeito, em formas perfeitas, num corpo perfeito de uma pessoa que se tem como perfeita. Uma irregularidade naquele caminho que se percorre de beijos de uma ponta à outra. Um umbigo que esconde um ventre ansioso. Este é um pedaço de corpo, uma porção de pele que se aprecia e apetece. É uma almofada nas horas mortas e um aperitivo de entrada nos momentos a dois. Duas curvas que se abraçam e apertam, um umbigo que se sente contra o peito. Definitivamente, um pedaço de ti, um momento perfeito.

sábado, junho 14, 2008

Refrescante



Imagens frescas em dias quentes. Mergulhos revitalizantes em paisagens apetecíveis. Companhias escolhidas a dedo que em abraços indescritíveis renovam e enamoram. Assim se desejam os dias primaveris

quinta-feira, junho 12, 2008

Segredos


A palavra segredada. O arrepio daquela boca que comunica e toca quase sem se aperceber. O ombro que se encolhe instintivamente, num gesto inquieto de quem se incomoda com aquela presença tão próxima e tão quente. A reacção de um corpo inteiro movido pela sensibilidade daquele leve sopro que faz fechar os olhos e encolher a cabeça, mas que se quer entregar cada vez mais num delírio de sensações e momentos. Que a carícia da palavra se multiplique em beijos e desejos inconfessáveis. Segredos partilhados à média luz que abrem o banquete dos amantes numa das mais perfeitas partilhas humanas.

quarta-feira, junho 11, 2008

Habitual sonho invulgar

Uma menina bonita deita-se e dorme. Não adormece na esperança de ser acordada pelo seu princípe, sabe que ele existe e já o encontrou. Adormece sim na esperança de sonhar com ele e de, assim, prolongar por mais um pouco a sua presença na sua vida. Dia e noite consigo, acordada ou adormecida. Entra no sono profundo, começa a cabeça a trabalhar o sonho que se queria doce e terno. Não precisava de grandes floreados, a companhia estava escolhida, o local era pormenor. Assim começou o seu sonho, a caminho de quem mais desejava. Entra no carro e inicia viagem. No rádio ouvia o relato do jogo de Portugal e lá mandava umas buzinadelas para festejar os golos que se seguiam. A estrada pouca gente tinha, camiões então, nem vê-los. Repara que o combustível que tem talvez não chegue para a levar ao destino desejado, procura um posto de abastecimento. Para seu espanto a fila de quase mil quilómetros trazia-lhe a triste nova de não chegar para a sua vez. Mas nada impede uma mulher apaixonada. Aproxima-se de uma, de outra e mais outra e nenhuma a conseguia abastecer. Daí à reserva foi um instante. O rádio mudara depressa de assunto e relatava a fome que já se fazia sentir devido à escassez de alimentos com a paralização. Decide desligar o rádio para não se deixar influenciar por notícias pessimistas. Pega no telemovel para dizer ao seu mais-que-tudo que está atrasada, mas, como disse anteriormente, nada impede uma mulher apaixonada. A meio da chamada o telefone acusa falta de bateria e desliga-se. Estava agora também incontactável. Entre voltas e mais voltas vê-se efectivamente sem combustível, longe de tudo e sem telefone, mas cheia de moral. Os táxis passam a velocidades estonteantes e apinhados de gente. "Há dias com ligeiras complicações" pensou para si. Suspirou e decidiu levantar dinheiro. Não podia pedir ajuda sem dinheiro. Abre a carteira e descobre que está repleta de notas. Afinal nem tudo corre mal. Já não se lembrava que tinha emprestado dinheiro a uma amiga que lho dera há pouco tempo de volta. Decide pedir ajuda às pessoas que encontra. Uma boleia, um pouco de combustível, qualquer coisa que lhe devolvesse a possibilidade de concretizar o seu sonho feliz. Um homem gentilmente entrega-lhe um garrafão de gasolina a troco do preço justo que pagou por ela. A menina bonita não cabe em si de contente. Leva-o a correr até ao carro. Para seu espanto encontra-o vandalizado. Esquecera-se do radio lá e os larápios não contiveram a tentação de o levar. Nada detinha a nossa princesa. "O meu amor, espera por mim". Metade por fora, metade dentro, lá safou um ou dois litros que lhe permitiam, pelo menos, chegar ao destino. Limpou os vidros do banco e compôs os rasgões nos estofos e meteu-se a caminho sempre convicta que há males que vêm por bem. Chegou com cinco minutos de atraso. É uma mulher por norma prevenida e para além de quatro rodas suplentes, saía sempre com uma hora de antecedência, para dar sempre espaço a emprevistos. Lembrou-se entretanto da bateria extra que guarda na sua mala. "Cabeça tonta a minha". Os minutos foram-se multiplicando no local combinado. De minutos a quartos de hora, a meias horas a horas completas. Decide trocar a bateria e telefonar. Ninguém atende. Acorda aflita e cansada, sente que pouco ou nada descansou nesta noite. Tem consigo uma sensação estranha. Olha para o telemovel e tem uma mensagem do seu rapaz. "Bom dia menina bonita, ligaste-me?"

terça-feira, junho 10, 2008

Amor


Meu amor, nenhuma palavra que te possa dirigir expressa a verdade do meu coração ou a transparência do meu olhar. A tua existência é só por si uma alegria para mim, a tua permanência na minha vida, uma constante experiência de felicidade e de vivência do amor a dois. Não há segredos, não há tabus. Existes tu e existo eu. Existe o amor que nos une.

domingo, junho 08, 2008

Uma tarde na praia


Hoje a tarde foi pela praia. O sol apetecia, mas o vento, num tom de inveja, teimava em interromper o calor que se queria instalar. Já sentia falta de uma tarde entregue à preguiça total, em que a única preocupação da cabeça é se devo virar para a direita ou para a esquerda para evitar o escaldão que, no meu caso, é fácil de acontecer. As conversas derretiam-se em sorrisos e boa disposição. Brincadeiras e jogos de palavras de dão cor e sabor à vida. Na melhor companhia. Na companhia de quem mais se deseja. Na tua companhia.

sábado, junho 07, 2008

Infidelidade


Continuo às voltas e mais voltas com esta questão da infidelidade. Pesquisei uma meia dúzia de tópicos relacionados com o tema na internet, não sei se na esperança de encontrar uma desculpabilização para tão depravada atitude, se de facto existe uma razão que a perdoe, se é normal, enfim, nem sei bem do que ando à procura, mas sei que preciso de alguma coisa com uma máxima urgência. Sou uma tremenda defensora da fidelidade. Acho que existe o direito das pessoas não estarem bem e para isso existe o diálogo que levará o casal à solução que precisam: a separação ou o reencontro. É certo que estas conversas não são fáceis, mas não admito a hipótese da infidelidade e espero nunca vir a aceitar. Por outro lado não sei lidar quando me deparo com um caso deste género. Entre as várias conclusões que encontrei na minha pesquisa saliento três que me marcaram particularmente:
- a sida aumentou 200% em pessoas com mais de 50 anos devido a comportamentos de risco e muitos deles (alguns já idosos) morrem em lares sem condições porque as famílias não os querem. Conheço um caso destes. A esposa (naturalmente) abandonou o marido e ele está de facto a morrer a cada dia que passa, numa enorme solidão. Compreendo-a perfeitamente, eu jamais aceitaria uma situação destas.
- a infidelidade nas mulheres é considerada mais perigosa porque justificam que nos homens as relações são carnais ao contrário, nas mulheres, persiste o mito da necessidade de um sentimento que as envolva (digo mito porque acreditem que conheço muitas que estão-se nas tintas e chegam a preferir homens pelos quais não sentem rigorosamente nada, a estarem com alguém que não lhes seja indiferente pelo medo de se apegarem sentimentalmente).
- os homens procuram outras mulheres quando têm elevados níveis de testosterona.
Não sei o que diga. Não sei o que pense. Não sei o que faça.

sexta-feira, junho 06, 2008

Dias de sol


Em dias bonitos e primaveris reduz-se o comprimento das mangas e guardam-se as meias na gaveta. Os corpos preparam-se para se mostrarem ao sol. Já apetecia a vinda de dias quentes, de esplanadas sorridentes, de ambientes simpáticos e cheios de gente gira e com ar saudável. Fica o sincero desejo que o vento nos esqueça por uma temporada boa e nos deixe disfrutar aproveitar este país caracterizado pelo bom tempo apetecível. Acredito nas boas vibrações e energias que estes dias nos trazem. Depois de mais um ano de trabalho. Depois de mais um ano lectivo.

quinta-feira, junho 05, 2008

Traição


Se descobrisses que alguém que te é muito querido estava a ser traído pelo/a seu/sua companheiro/a o que fazias?

E se fosses tu que eras enganado/a, o que fazias?

terça-feira, junho 03, 2008

Love me not


O "não" está sempre garantido. Levei algum tempo a perceber esta máxima. Precisei de compreender a sua essência e lidar com este "não, que não é um "não" qualquer ou sem importância, é um "não" que, na maioria das vezes, custa a ouvir quando há um sentimento por trás. Por outro lado este "não" é o princípio de uma viragem. É a garantia que tudo foi feito e dito e que, por isso, mais vale seguir com a vida em frente e partir para outra. São muitos os medos que pautam as atitudes das pessoas. As razões que as fazem permanecerem com os seus companheiros ou sujeitarem-se a maus tratos, por exemplo. Soube ontem que pelo menos duas alunas minhas à noite são vitímas disso. É algo que custa a aceitar e dói pensar que há quem passe por isso em silêncio. O "não" que poderá ter várias formas e vertentes, não é necessariamente mau. Pode ser a barreira que impede uma desilusão. Pode ser a porta aberta para uma vida livre de compromissos infelizes e castradores.

segunda-feira, junho 02, 2008

Cusquices



Sou por norma uma optimista sensata. Optimista porque acredito que no final tudo acaba bem, que os bons são recompensados, os maus castigados e que o amor vence sempre. Optimista porque acredito estarmos destinados à felicidade, optimista porque mortos não haverão, feridos só ligeiros e no fim safam-se aqueles que merecem. Optimista porque acredito nas oportunidades que a vida nos dará. Tenho isto como certo e aquilo que corre mal terá a sua razão: ou é porque não tinha de ser por ali ou porque temos uma lição para tirar e, portanto, cresceremos como seres humanos e poderemos ajudar outros a crescer connosco. Nestas caminhadas muitas são as vozes que se levantam concordantes, discordantes e opinantes sobre o que é certo e errado, sobre as opções de vida que se fazem. Nenhuma destas vozes será verdadeiramente capaz de ler nas entrelinhas, de perceber o fundo de cada um e entender o que o move. E nem esta certeza os impede de julgar. Só amanhã será aberto o jogo. Amanhã, esse dia incerto que não sabemos o que nos reserva, mas que será bom de certeza.

domingo, junho 01, 2008

Cura de sono


Há dias em que me apetece adormecer para não mais acordar. Dormir para sempre ou dormir até ao dia em que ao acordar tenha na cabeceira da minha cama a resposta a todas as perguntas que inquietam ou que acorde apenas com certezas absolutas na cabeça. Talvez sejam estas incertezas que nos movam e nos obriguem a procurar mais e a questionar. São também as incertezas da vida que nos esgotam a energia e nos fazem não desejar nada mais que não dormir e dormir e dormir porque durante o sono nada sentimos e por momentos morremos para o mundo.

sexta-feira, maio 30, 2008

Gajas


É sabido e reconhecido que as mulheres por norma são observadoras e atentas aos pormenores. Sei também que desenvolvi pouco esta competência feminina e reparo apenas naquilo que está gritantemente diferente. Ontem assisti a este episódio hilariante.
- Uau rapariga! Estás tão bonita - dizia uma colega da escola para uma aluna. Eu olhei de imediato para a rapariga, loucamente à procura desta diferença merecedora de tamanha exclamação, mas de facto a miúda estava exactamente igual a todos os dias (achava eu).
- Obrigada, professora. - respondeu ela com um sorriso tímido. Se ela confirmava a afirmação é porque certamente ela tinha alguma coisa nova, eu só não conseguia perceber o quê!
- Onde é que arranjaste a sobrancelhas? - as sobrancelhas?? A sério? Não chegava mesmo lá, mas eu não noto nada (pensei de imediato).
- Fui à cabeleireira.
- Estão muito bonitas, parabéns - rematou a minha colega. Eu sorri e acenei que sim, só numa de concordar.

quinta-feira, maio 29, 2008

Estás aí?


A existência de algo superior não é e (creio) nunca será consensual. Uns acreditam, outros nem por isso, mas a ideia da Sua existência não deixa de incomodar muita gente, principalmente àqueles que não o assumem como real. Para muitos que não crêem é a possibilidade de existir algo ou alguém que nos conhece de trás para a frente e nos sabe como ninguém. Sabe todos os nossos passos e, pior ou melhor ainda, sabe as nossas intenções. Para quem o assume é um apoio que se procura, é a certeza que se Ele é Pai, só quererá o melhor para os seus filhos e, nunca interferindo na liberdade humana que um dia nos concedeu, encaminha-nos no sentido da felicidade. Já muitos passaram por esta situação, num mau ou num bom momento (por norma nos maus porque quando estamos bem não precisamos de mais nada) ou apenas num momento em que nos deixamos questionar. "Estás aí?"

terça-feira, maio 27, 2008

O caminho mais fácil


Sempre me incomodou a ideia que o caminho mais fácil é sempre o pior. Que tudo o que se constrói de bom é, à partida menos tentador. Eu compreendo a aplicação desta regra se pensarmos naqueles que optam por estudar, entrar numa faculdade e fazer um curso superior. Sim, compreendo que seja uma ideia que assuste, que as pessoas não queiram dispender dos seus fins-de-semana e que, consequentemente, seja mais aliciante deixar a escola e começar a trabalhar. A ideia da independência e de um ordenado no final do mês é um argumento muitas vezes complicado de combater. Não compreendo a aplicação desta regra a uma opção de vida com drogas e excessos de alcool e tabaco. Não vejo de que forma possa esta ser uma opção mais tentadora. Será pela necessidade de pertença a um determinado grupo? Será pelas aparentes sensações que estas drogas prometem? Não consigo ver esta opção de vida como "a mais fácil" como tantas vezes se diz. É sabido que a sociedade enfrenta uma grave crise social e que todos os problemas que se sentem a vários níveis advêm deste problema social onde se perdeu a noção de valor ou responsabilidade. É uma situação que se começa a sentir agora, mas estou certa agudizar-se-á com o tempo porque, de facto, poucas pessoas há que se empenham para ultrapassar esta situação. Não sei qual é o caminho mais fácil ou mais difícil. Acredito que este julgamento deverá ser feito tendo em consideração todas as variáveis implicadas e não só aquelas que saltam primeira à vista. Agrada-me uma perspectiva de vida feliz a curto, médio e longo prazo. Parece-me, claramente, "a mais fácil" e a mais aliciante. Só temos de a descobrir.

segunda-feira, maio 26, 2008

Intervalo


Já há algum tempo ouvia esta música na rádio e só ontem a consegui encontrar. Fica no ouvido, gosto muito dela, por isso não posso deixar de a aqui partilhar. Per7ume e Rui Veloso:

Vida em câmara lenta,
Oito ou oitenta,
Sinto que vou emergir,
Já sei de cor todas as canções de amor,
Para a conquista partir.

Diz que tenho sal,
Não me deixes mal,
Não me deixes…

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Notícia do jornal
O quadro minimal… Sou eu…

Vida à média rés,
Levanta os pés
Não vás em futebois, apesar…
Do intervalo, que é quando eu falo,
Para não me incomodar.

Diz que tenho sal,
Não me deixes mal,
Não me deixes…

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Notícia do jornal
O quadro minimal… Sou eu…

Não me deixes já
A história que não terminou
Não me deixes…

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Notícia do jornal

O quadro minimal… Sou eu…
No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Noticia do jornal
O quadro minimal… Sou eu…

domingo, maio 25, 2008

Expressão

Se a felicidade tivesse um rosto certamente seria este teu. Se pudesse catalogar e emoldurar a expressão de realização, não escolheria outra que não esta. O estado feliz de alma, o que vai de verdadeiro no coração, espelha-se desta maneira tão espectacular que é impossível não contagiar quem para ela olha. É como um virús bom que invade as pessoas que coisas positivas e esperanças. Haja alguém que dê bom testemunho que mostre abertamente que a felicidade existe e é experimentada.