
sábado, setembro 08, 2007
Doces desejos

sexta-feira, setembro 07, 2007
quinta-feira, setembro 06, 2007
Triste fim

No meio da confusão, sem rumo ou direcção - desorientação.
Desejar e não ter, procurar e não encontrar - desespero.
Baralhação, prioridades trocadas - desordem.
Estranha atitude repentina e irreflectida - desilusão.
Motivação arrefecida e indiferença- desinteresse.
quarta-feira, setembro 05, 2007
Trazido do fundo do baú
Aceita, é teu
terça-feira, setembro 04, 2007
segunda-feira, setembro 03, 2007
domingo, setembro 02, 2007
sábado, setembro 01, 2007
Deita-te aqui comigo

Quando menos espero, eis que vens de mansinho, como esse felino que se esconde entre as ervas secas e surpreende a presa. Tudo deixa de ter importância naquele momento. Só agora consigo dar valor àquela pausa. Tinhas razão.
sexta-feira, agosto 31, 2007
quinta-feira, agosto 30, 2007
Ausência

E enquanto sucumbe envolto neste emaranhado que não desejava, entre dentes cantarolava, consumia aquela frase que acreditava ter sido escrita a pensar em si e na situação em que se encontrava. É a mania que temos de tudo transportarmos para nós e adaptarmos ao tamanho do nosso umbigo. É impressionante a capacidade escultora que temos para limar as arestas necessárias e alisarmos as curvas indesejadas, só para tudo encaixe no nosso pequeno mundo. Assim permitiu que as horas passassem e, embriagado de sono, deixou-se dormir embalado pela frase que um dia foi pensada, acreditava, a pensar em si. Haja o que houver eu estou aqui... Espero por ti.
quarta-feira, agosto 29, 2007
Etapas
terça-feira, agosto 28, 2007
Love at first sight
segunda-feira, agosto 27, 2007
domingo, agosto 26, 2007
Juntos

Tantos são os porques e os porquês, os quandos, os ondes, os paras e os coms que impedem que o resumo aconteça, que o texto flua, que as ideias encaixem e a compreensão impere.
Nada interessa na fase em que apenas os amantes importam, na altura em que sentem que estão capazes de enfrentar a vida, de cabeça levantada e fazer face ao amanhã com o olhar fixo no futuro, de mão dada a quem mais precisam e o coração cheio de tudo. Os dias estão em fila de espera, um a um vão-se seguindo e anseiam que deles façamos o melhor que pudermos e soubermos para que eles sejam recordados com carinho e ternura. Um dia banal, um dia comum ou mal passado não deixa saudade a ninguém. Um dia especial dificilmente é esquecido. Assim foi este fim-de-semana.
Estivemos juntos.
sexta-feira, agosto 24, 2007
Quando me conheceste
Conheceste-me numa altura em que eu não questionava o que se dizia, nunca tinha pensado na vida e qualquer tema me fascinava, principalmente aqueles que aparentavam ser mais profundos, de gente intelectual, importante e sabida. Assim fui-me abrindo ao exterior, fui enriquecendo como pessoa, fui colhendo tudo o que podia. O caminho era longo, tudo era tão novo e eu assemelhava-me a uma esponja que absorve quase sem filtrar. Digo quase porque nem tudo o me era vendido era comprado ao preço que se oferecia, também fui impondo uma meia dúzia de exigências na esperança de não ser atropelada abruptamente, sem dó nem piedade. Sabes, sinto falta daquele tempo e daquilo que éramos. Mudámos tanto: tinhas risco ao lado e usavas suspensórios, eu passarinhava-me de ténis e roupa dois números acima do meu porque ainda não reconhecia o meu corpo. Lembras-te das horas que passavam sem darmos conta e dos quilómetros percorridos só porque nos dava gozo? Com eles vinham as conversas que saltitavam, a partilha, as risadas incontroláveis fruto das babuseiras que algum deixava escapar espontaneamente.Hoje não queremos fazer contas aos anos que passaram entretanto porque nos lembram o hoje. Não que ele nos desagrade, bem pelo contrário, estamos bem, somos uns felizardos, podemos dizer que temos quase tudo. É só que para trás deixamos a saudade daquele tempo descomprometido e hoje carregamos o peso e a responsabilidade que a idade transporta e em nós deposita. É a certeza de que não o voltaremos a ter, mas a alegria de o termos experimentado é tanta que vive connosco e, cada vez que nos vem à lembrança, nos rasga o sorriso e nos faz dar graças porque o que somos hoje é também consequência daqueles momentos que ontem, hoje e sempre estão eternizados nos nossos corações. Obrigada.
quinta-feira, agosto 23, 2007
quarta-feira, agosto 22, 2007
segunda-feira, agosto 20, 2007
Deixaste-nos
domingo, agosto 19, 2007
Num jantar a dois
Um jantar a dois, sem mais ninguém que distraia, com aquilo que ambos desejam. Tudo está bem, acaba bem porque tudo o que mais precisam está ali mesmo ao lado. Com aquela pessoa podem ser autênticos, genuínos sinceros. Dois garfos sobre a mesa aguardam os dois destinatários que já bem merecem aquele espaço, aquela oportunidade. sábado, agosto 18, 2007
sexta-feira, agosto 17, 2007
quinta-feira, agosto 16, 2007
Gestos

Como uma criança que morde a manga da camisola de vergonha, encolhida nela própria.
Como alguém que tem frio e procura uma maneira de se aquecer, de reunir todo o calor possível para se sentir mais confortável.
Um gesto tão familiar e tão significativo. Tão simples e tão revelador.
quarta-feira, agosto 15, 2007
Amor terreno

Amor amigo. Amor companheiro. Amor verdadeiro. Amor sincero. Amor confiante. Amor paciente. Amor compreensivo. Amor persistente. Amor transparente. Amor do fundo do coração.
Que assim sejamos todos capazes de amar. Que assim seja o amor que nutrimos uns pelos outros: um amor terreno, um amor humano capaz de tudo isto e muito mais, capaz de olhar o próximo com respeito, capaz de analisar as duas faces da moeda. Incapaz de girar à volta de um umbigo.
terça-feira, agosto 14, 2007
O calvário dos fiéis

Tenho uma estátua fluorescente da virgem maria que me dá confiança e brilha à noite.
Tenho os joelhos magoados.
O calvário dos fiéis devia ser menos árduo.
Tenho trezentos e sessenta e cinco santos numa caixa calendário daquelas em que cada dia tem um chocolate.
Tenho um lencinho branco onde limpo aslágrimas enquanto assisto a uma vigília via tv depois da minha última ceia de hoje.
Às vezes quando o vapor é muito, tenho o salvador no espelho.
Deito-me de consciência limpa, não me esqueci das velinhas, nem de deixar a moedinha na caixa, e o meu "livro de orações" tem um delicioso cheiro a mofo.
Dormirei o sono dos justos e talvez não acorde quando o galo da minha vizinha cantar três vezes e o meu senhorio o tentar apedrejar.
Sinto-me bem e deus queira que consiga não me masturbar
Ámen.
segunda-feira, agosto 13, 2007
domingo, agosto 12, 2007
Expressões que espelham um estado de alma
sábado, agosto 11, 2007
Doce e perfumada fantasia
- A imaginação fértil que se deixa levar e iludir.
- A vida vivida no limite para a sentirmos, quando a rotina nos atirou para um morno ameno que não desejamos, mas que nada fazemos para mudar.
- A lufada de ar fresco que nos desorienta e nos tira o sono.
- A ansiedade que nos faz um nó na garganta e nos faz suspirar.
- A meia idade incapaz de lidar com a aparência adquirida, com a monotonia que se acreditava acontecer só aos outros, com a aparição de uma terceira pessoa nada indiferente, com a tentação de uma pele suave, virgem, com tanto para dar, misturado com a saudade insuportável de um dia tudo isto ter já feito parte do dia-a-dia e hoje novamente bate à porta. É como se a vida desse uma segunda oportunidade àqueles que já esgotaram a primeira.
Como é boa esta doce e perfumada fantasia para quem se deixa envolver nela. Até acordar...
Conversas mudas
- Verdade ou consequência?- Verdade. Sempre a verdade.
- Sentes que sempre que estiveste com alguém deste tudo o podias?
- Sim, claro.
- Aprecias a lealdade?
- Sim, muito.
- Já alguma vez te sentiste realizada?
- Sim, felizmente.
- Quando pensas no futuro, vê-lo risonho?
- Sim, sou uma optimista por natureza.
- Hoje és feliz?
- Sim, não se nota?
- De facto não se nota. Dizes sempre a verdade?
- Não, nunca.
quinta-feira, agosto 09, 2007
quarta-feira, agosto 08, 2007
terça-feira, agosto 07, 2007
segunda-feira, agosto 06, 2007
Quem as não tem
Infelizmente para a maioria tudo tem um fim e nesse dia as gavetas repletas de certezas, esvaziam-se num ápice. Não que os papéis sejam instantaneamente roídos por bichos comilões de papel ou que por artes mágicas tudo desapareça, mas o tudo que lá estava perdeu todo o sentido, deixou de ter uma razão para existir. As cartas perfumadas, algumas esborratadas pelas lágrimas de felicidade e realização derramadas na altura em que foram lidas, cartas bonitas com mensagens codificadas que apenas para aquelas duas pessoas faziam sentido. Partilhavam um código que haviam criado e em segredo, por meias palavras, diziam aquilo que a mais ninguém dizia respeito senão a ambos. Elas tinham uma história, relatavam um momento, um episódio, uma alegria, uma prespectiva de futuro que, ao que parece, deixou de se concretizar. De uma boa lembrança passam a um fardo difícil de suportar, carregam as noites mal dormidas porque se faziam planos e se construíam castelos sobre nuvens de algodão doce. Hoje tudo é amargo e cinzento, ficou um travo de estranheza, uma dor no peito, um nó na garganta, uma tristeza de morte. Tudo desmoronou menos elas. As palavras escritas duram para sempre, para a eternidade, já as ditas, essas voam com o vento e deixam apenas o vago da memória. Os sentimentos, esses andam ao sabor da maré, conforme se proporcionam momentos mais ou menos intensos, sempre em busca do prazer e da intensidade. Poucos são os que não se assustam com a radicalidade que o verdadeiro amor exige, poucos resistem, poucos sobrevivem.
O que lhes fazer na hora do aperto? Não sei... Compete a cada um encontrar o final que o fizer mais feliz, aquele que não lhe traga o remorso segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses, anos, décadas mais tarde.
domingo, agosto 05, 2007
O amor acontece
sábado, agosto 04, 2007
Corpo

Aprecio a mulher que passa e apela aos sentidos pelo que apresenta, manifesta naturalmente, sem exacerbar o que tem ou fazer por ter o que desejava e não foi providenciado. Outras há que com tanto e tão bom, ainda insatisfeitas e invejosas, estragam o que de melhor lhes foi concedido embuídas por vontades imitadoras ou chamarizes estilisticos pouco agradáveis à vista. Acho que as mulheres se devem produzir, se devem cuidar, mas todos somos sensíveis àquilo que indirectamente transmitem, ao que procuram pela forma como se apresentam e colocam.
Sou a favor que cada um deve andar com aquilo que o/a faz sentir bem, feliz, mas anda por aí muita gente enganada...
sexta-feira, agosto 03, 2007
Fidelidade

quinta-feira, agosto 02, 2007
A Cidade dos Anjos
(peço desculpa pela legendagem no segundo video...)
quarta-feira, agosto 01, 2007
10 coisas que odeio em ti
Trancrevo também o poema:
10 things I hate about you
I hate the way you talk to me,
and the way you cut your hair.
I hate the way you drive my car,
I hate it when you stare.
I hate your big dumb combat boots
and the way you read my mind.
I hate you so much it makes me sick,
it even makes me rhyme.
I hate the way youre always right,
I hate it when you lie.
I hate it when you make me laugh,
even worse when you make me cry.
I hate it when youre not around,
and the fact that you didnt call.
But mostly I hate the way I dont hate you,
not even close
not even a little bit
not even at all.
Queres que defina saudade?

- Saudade? O que é a saudade? Todos os portugueses falam-me dela, mas não a compreendo.
- Obrigada pelo sinónimo que me dás. Sim, sei o que ela é, já a compreendo. Ela também vive dentro de mim.
terça-feira, julho 31, 2007
Conta-me uma história
Conta-me uma história. Sim, uma história. Não te lembras de nenhuma? Não faz mal não estou interessada nisso. Só te pedi uma história, não custa assim tanto. Não quero saber se as personagens são verdadeiras ou fictícias, se te baseias em factos da vida real ou se te inspiras nos contos fantásticos e tradicionais. Conheces os meus problemas de insónia, habituaste-me em pequenina a deixar-me embalar pela tua imaginação fértil que se deixava levar em aventuras impressionantes. Ainda hoje sei de cor as aventuras daquele menino traquina que todos os dias aprontava alguma à coitada da professora primária ou os amores e desamores da menina das tranças pretas que tinha um esquilo como confidente Nunca te questionei sobre a sua veracidade, elas encantavam-me e eu vivia cada uma como se fosse minha e sempre admirei a tua capacidade de, do nada, fazeres o tudo e introduzires-me num sono leve e feliz. Os meus sonhos eram tranquilos, eu flutuava em nuvens de algodão doce e assistia de longe, como a uma boa espectadora compete, cada um desses episódios que se faziam brotar da tua cabeça e que não guardavas só para ti, eram meus também. Eram nossos, como um segredo que se quer silencioso. Hoje não me importa a idade que tenho, nem a tua disposição. Sei que as minhas noites nunca mais foram as mesmas e preciso de as reviver, preciso que me guies até ao sono profundo que amanhã fará de mim uma mulher mais feliz. Quem olhar para mim verá que transporto a alegria dos recuperados. Hoje não passo da coitada das olheiras que carrega o negro das noites mal dormidas e dos problemas mal resolvidos. Já não sou visitada pela menina das tranças pretas, ela hoje parece-me magra, de cabelo curto descolorado, já não me transmite a paixão das descobertas e a euforia das melhores amigas e das confidências contados debaixo da cama para que ninguém ouvisse. Os risinhos comprometedores deram lugar a um olhar vazio de quem já não tem nada para aprender e se sente esgotado da monotonia. As amigas deixaram de lhe falar e hoje caminha sozinha. Estranhamente (ou não) és aquela que menos mudou. O teu sorriso é o mesmo e, mais importante ainda, tudo o que prometes, cumpres. Não olhes assim para mim, detesto que sejas tão expressiva, mas adoro quando não escondes o que sentes, a tua verdade. Vá, senta-te aqui ao meu lado. O que tens reservado para mim hoje? segunda-feira, julho 30, 2007
Rosas para a minha rosa
Pequenino botão de rosa que colhi, perdido no meio de tantas folhas e flores: umas já secas, outras viçosas e cintilantes, mas tu eras claramente aquela que mais despertou a minha atenção. Talvez nem sejas a mais bela, a mais apelativa à primeira vista, mas és aquela que mais promete, que mais me desafia. Por isso te tomei nos meus braços. Cuidadosamente cortei o elo que te ligava às raizes que te criaram e fizeram de ti o que és hoje e trouxe-te comigo. Pode parecer um acto egoísta da minha parte, roubar-te de quem te viu nascer, mas não podia deixar-te lá, é como se não consegui seguir sem ti. Fiquei tocado pela tua cor, pelo aroma que emanavas e me cativou. Não te queixaste quando te separei das tuas origens. Esse caule que sempre te alimentou derramou uma pequena lágrima. Não sei como a interpretar: se a saudade que já sentia da tua presença, se seria fruto da alegria de quem gerou e vê partir na esperança de que vá para melhor. É o que todos desejamos, que esses passos decisivos sejam mudanças felizes, sinónimos de realização e encontro. Quero crer na minha segunda hipótese, talvez seja mais uma manifestação do meu egoísmo humano, de quem se quer ver livre de responsabilidades e pesos de consciência, pois então que seja...Vieste comigo, sentia um olhar fixo em mim, de quem nem pestaneja. Não sei se esperava uma resposta, se simplesmente me contemplava, só sei que aquele olhar acompanhou-me todo o caminho e eu fui incapaz de proferir uma única palavra. Voltei a tomá-la nos meus braços e suavemente levei-a até casa. Refrequei-a, deixei-a à vontade, quis que se sentisse confortável, que se sentisse em casa, na sua própria casa. Ela nem sonhava com aquilo que a esperaria, nem eu o revelei. Coisas há que têm outro sabor quando são descobertas. Adoro surpreender.
domingo, julho 29, 2007
Prometida há muito tempo...
sábado, julho 28, 2007
sexta-feira, julho 27, 2007
É pegar ou largar
quinta-feira, julho 26, 2007
Bed of roses

Um dia como no conto de fadas
Dormias tranquila, cerrada em ti
Sempre muito céptica às histórias encantadas
Ou a seres fantásticos tranzidos por um colibri
Vestiste esse traje branco, imaculado
Caminhaste sozinha sem parar
Mas nem imaginavas quem caminhava ao teu lado
Surgiu do nada, como se viesse do ar
Olharam-se e nenhuma palavra foi proferida
Nenhum sorriso trocado
Cada um rebobinava o filme da sua vida
Ficaram estáticos por um bom bocado
Foram minutos intensos e dolorosos
Caras sisudas sobre pernas trémulas
Nenhum compreendia o gozo
Dos olhares fixos e das conversas nulas
Acordou estava sozinha
Não passava de um sonho bom
Não se importou, sentiu-se rainha
Desejou que isto fosse um presságio
Mas duvida ter esse dom
quarta-feira, julho 25, 2007
Olho bonito

Menino do olho bonito,
terça-feira, julho 24, 2007
Fresca

Ontem estive com esta amiga que me dizia estar nesse estado depressivo. Eu nunca a ouvi dizer outra coisa que não isto e conhecemo-nos há onze anos. "Olha, estou com uma depressão". Não compreendo o porquê de uma rapariga na situação dela sentir-se bem em viver neste constante estado de inquietude e desilusão. Questionei-me de imediato qual seria a origem de mais uma depressão: tem trabalho, é convenientemente remunerada pelo que faz (não é certamente um avantajado ordenado de fazer cair o queixo e tudo mais o possível, mas para uma profissional estagiária, em início de carreira, a correr o risco de receber nada - que é o que é suposto infelizmente - nem me parece mesmo nada mal), tem uma família estável, conforto, um namorado incansável, que gosta dela até mais não, têm prespectivas futuras felizes, tem saúde, resumindo e concluindo, tem tudo. Acho que falta o principal: gratidão. Se ela efectivamente valorizasse o que hoje é seu, o percurso feliz que tem caminhado e o futuro que a espera e que espera que ela o abrace de sorriso rasgado para também ele lhe sorrir, ela certamente não entraria nestas crises desnecessárias e inúties, esgotantes para ela, que é tão jovem, e para os que a rodeiam que um dia poderão cansar-se de tanto lhe dar e de ver como nada é suficiente, nada satisfaz. Olhamos para o lado e tanta gente vive privações, chora desgostos ou sonha com a saúde perdida. Enfim, cada um saberá de si...
Depois do banho e de mais um dia de trabalho assim me sinto: fresca e, espero, descomplicada.
segunda-feira, julho 23, 2007
Dança do ventre

domingo, julho 22, 2007
Não tenhas medo
Se queres desabafar - fá-lo.Se tens uma dúvida - pergunta.
Se tens um sonho - concretiza-o.
Se tens uma tarefa - executa-a.
Se tens um compromisso - honra-o.
Se tens uma idea - partilha-a.
Se tens uma preocupação - esclarece-a.
Se tens um problema - resolve-o.
sábado, julho 21, 2007
Ser adulto
sexta-feira, julho 20, 2007
O fruto proibido

Se me pesa a consciência? Nem pode... Primeiro porque a minha mulher nunca saberá e depois porque isto só acontece uma vez na vida. Sei que só estou casado há um ano e já o sinto contigo, mas não há mal nenhum em fazermos o que nos apetece, ela nunca descobrirá, não sofrerá e nós seremos felizes nos braços um do outro. Depois cada um vai para seu lado e prosseguimos com as nossas vidas como se nada fosse. E digo-te mais: é bem pior a traição enquanto namorados do que depois de casados. Porquê? É tão simples, porque o namorado pode sempre pôr um ponto final no relacionamento e o casado não, assumiu um compromisso e tem de o levar em diante. É um homem sem liberdade, logo sem hipótese de escolha, não pode voltar atrás.
Pensa bem no que te digo. Para quê resistirmos a esta vontade que nos une?
Eu ouço com cada teoria que até parecem duas ou três. Os argumentos que um caramelo é capaz de arranjar só para levar a melhor. Eu até fico estúpida...
quarta-feira, julho 18, 2007
Parabéns a todos os que fazem anos hoje

Esta ideia de reduzirmos o ser humano a uma alma é muito interessante. Somo-lo de facto, mas estas almas rouxinantes, são muito mais do que isso, são também um corpo que canta, que sofre e que ama, que transpira, que deseja e que reage. A todos os que pela primeira vez sentiram o toque na sua pele neste dia e pela primeira vez foram abraçados e sentiram o quanto é extraordinária a sensação do acolhimento de dois braços que amam e por isso acolhem, os meus parabéns.
Somos já todos vencedores porque alguém nos desejou e, acima de tudo, permitiu que hoje cá estejamos e possamos fazer outros felizes.
Quem quer?

terça-feira, julho 17, 2007
Já agora...
segunda-feira, julho 16, 2007
domingo, julho 15, 2007
sábado, julho 14, 2007
Amores que reflectem

Como é bonito e sincero este amor, que no rosto reflecte o que vai na alma e no corpo a harmonia e a leveza que só esta novidade pode trazer. Feliz de quem reflecte o que sente. Feliz de quem se deixa contagiar por quem assim o rodeia, sem inveja, sem maldade... Abraça a satisfação deste melhor amigo e congratula-se por estar também ao seu lado.

























