quinta-feira, maio 24, 2007

Quando se juntam


Pessoas há que, uma vez unidas em prol de uma qualquer situação ou causa, encaixam na perfeição. Há compatibilidades que se treinam, que se educam, mas aquelas inatas que são despontadas, sem possível explicação aparente, são das mais extraodinárias que há. A simetria conseguida quando se juntam, para além de deixar qualquer um boquiaberto de tão inacreditável que é, transmite uma enorme tranquilidade e segurança a quem as rodeia. Aquela aparente coincidência não nos deixa indiferentes, somos tocados pela sua plenitude.

São olhares que comunicam só de se tocarem na brevidade de um momento.
São almas que se lêem sem pudores.
São pensamentos partilhados num mero suspiro.
São opiniões transmitidas numa expressão, num gesto.

Nada disto lhes passa ao lado. Conhecem-se e reconhecem-se nos nadas e nos tudos do dia-a-dia. Assim acontece, quando se juntam, nessas uniões perfeitas.

quarta-feira, maio 23, 2007

terça-feira, maio 22, 2007

Espelho meu, espelho meu


Espelho meu, espelho meu
há alguém mais estúpido do que eu? Eu que na altura em que podia salvar, deixei afundar. Eu que quando podia agarrar uma mão, soltei-a para que se perdesse no nada.

Espelho meu, espelho meu
há alguém mais vazio do que eu? Eu que sempre que via o que não queria fechava os meus olhos e enterrava-me na minha escuridão. Eu que mal sentia a carência ou a privação, ignorava friamente.

Espelho meu, espelho meu
há alguém mais estranho do que eu? Eu que me acomodei ao que me era confortável, ao invés de conquistar diariamente. Eu que centrei o mundo no meu umbigo e me esqueci de tudo e todos que estavam à minha volta.

Espelho meu que me reflectes. Outrora confidente em tantas habilidades e feitos gloriosos. Sustentaste o meu ego quando me descobria para ti e me passeava. Hoje és o reflexo do falhado em que me tornei. Recordas-me aquilo que me aliciou, trazes-me um passado recente que alterou o futuro longínquo com que sempre desejei.

segunda-feira, maio 21, 2007

Momento "cognac"...


...no tempo das meias verdades.

domingo, maio 20, 2007

Felicidade: ontem, hoje e amanhã


Feliz de quem
recusou a mentira num momento tentador
acatou com uma consequência de cabeça erguida
teve quem o ajudasse a suportar alguma dor
ou soube dar o verdadeiro valor à vida

Feliz de quem
já experimentou amar e ser amado
perdoou ou permitiu ser perdoado
assumiu um erro cometido
e se deitou tranquilo e descontraído

Feliz de quem
chorou quando tinha de ser
sorriu com vontade
firme na sua fidelidade
deseja, desta forma, permanecer

Caras metade


Do you match?

sábado, maio 19, 2007

Essência feminina


Poucos atingem a sua verdadeira essência.
Aquilo que parece complexo, é simplesmente um dos desafios mais bonitos que se alguma vez se pode abraçar.
O convite é extensível a todos, mas não é para todos. Poucos, mesmo muito poucos, chegam lá perto...

quinta-feira, maio 17, 2007

Diálogos




- Por que me olhas assim?
- Acho-te alguma graça. Gosto do facto de seres assim baixinho. Imagino-me a passear-te com um bracinho por cima de ti.
- É uma imagem bonita, de facto... Sinto-me bem quando me proteges. Mas olha, porque estamos de mãos dadas?
- É que a linha que me criou, criou-te a ti também. Estaremos ligados para todo o sempre.

quarta-feira, maio 16, 2007

Tudo isto...


...e muito mais desde que tu o queiras e faças por isso...

terça-feira, maio 15, 2007

Delicioso


É espantosa a vivência da paixão onde tudo sabe a pouco. O todo possível é sempre insuficiente para satisfazer a vontade insaciável dos amantes. Na ausência recordam-se os toques, as meias palavras e as verdades absolutas que permanecem no ouvido e aquecem o coração. O sorriso maroto de quem dá a entender que nada tem, mas que tudo possu, contagia quem com ele se cruza. Uns espreitam de esguelha com nuances invejosas, outros reconhecem-se naquela luz apaixonada e apaixonante porque também eles por lá já passaram. Talvez já não o sintam há muito tempo, pois as circunstâncias assim não o permitem, mas alegram-se com aquela inocente cegueira que passa de mão em mão, mas nunca se deixa agarrar para a eternidade. Nem é suposto que assim seja, ela é de tal forma intensa e esgotante, que certamente poucos ficariam para contar a história.

Degustam-se e apreciam-se os aromas partilhados. Adocicados néctares que a Natureza providenciou e que fazem as maravilhas de quem se ama. Sobrevive-se das promessas dos contos de fadas. Anseia-se pelo amanhã, que nunca mais chega, mas que certamente trará o alimento necessário para mais etapa de espera...

Dúvidas existenciais

Professora, por que é que os adultos estão sempre a dizer quem me dera ter a tua idade e saber o que sei hoje?

segunda-feira, maio 14, 2007

Segunda-feira


No princípio de mais uma semana analizam-se os labirintos que nos vão sendo traçados. Etapas a ultrapassar. Ao invés de os contemplarmos como becos sem saída, imersos no desânimo e na depressão, olhemos para eles com olhos que procuram soluções.

domingo, maio 13, 2007

Aos pés de Maria

Mal se rompe nas ruas de tão carregadas que estão. Curam-se as feridas recentes. Acumulado está o cansaço das noites mal dormidas e dos quilómetros percorridos. Mas tudo isto e muito mais valeria sempre a pena pelas lágrimas hoje derramadas aos pés de Maria. Entoam-se cânticos e hinos de louvor àquela cujo coração tanto sangrou ao ver partir o seu Filho, num dos mais desumanos filmes de terror. Não há Amor como este, daí recorrermos a ti como exemplo máximo de caridade e acolhimento.

Nem o mais céptico é capaz de ficar indiferente ao espírito que ali se partilha. Para além do cheiro a vela queimada, respira-se a paz dos peregrinos realizados, sofre-se a mágoa de um problema grave na vida, chora-se de felicidade do objectivo traçado e cumprido. E eis que passas por nós pelos corredores fechados e multiplicam-se os lenços brancos que, numa tristeza imensa, se despedem de ti e já reclamam a saudade do que ali se viveu.

Intercede por nós, Mãe das mães, personificação humana do amor divino.

sábado, maio 12, 2007

Danças


Estava tudo dito mal te vi entrar assim
O segredo escondido estava relevado
Sabias que não resistiria dizer-te sim
Querias-me ao teu lado

A tua silhueta atrevida
Misturada com tão pouca falta de pudor
Fez-me comprar esse bilhete só de ida
Na esperança de me reencontrar com o amor

A promessa sussurada
Deixava-me mais do que louco
Embarquei numa aventura engraçada
Onde experimentei tudo e onde tudo me soube a pouco

sexta-feira, maio 11, 2007

Toques com requinte

- E para sobremesa?
- Tudo aquilo a que tenho direito, por favor.

quarta-feira, maio 09, 2007

Amores escorregadios


Há amores passageiros. Fugazes paixões, intensas até mais não, que terminam num enorme vazio. O que nos motiva a entregarmo-nos a esses castelos de areia, que num ápice se deixam levar pela fresca onda do mar, só cada um poderá responder por si, mas o certo é que são claramente irresistíveis. Questiono se compensará o bem que sabe pelo mal que faz... A verdade é que, na maioria dos casos, embarca-se neste novelo embaraçado sem verdadeiramente se conhecer o seu estado e, quando se dá por isso, comprámos um bilhete só de ida e fica-nos bem cara a viagem de volta.

terça-feira, maio 08, 2007

Rotinas

Acordas. Sozinho.
Trabalhas. Sozinho.
Almoças. Sozinho.
Trabalhas. Sozinho.
Jantas. Sozinho.
Adormeces. Sozinho.
Terminaste mais um dia. Sozinho.

Chave da felicidade


Que chave é essa que possui uma capacidade única de abrir as portas certas, na altura certa?

segunda-feira, maio 07, 2007

Fantasias


Assim me pediste. Assim me tens.

domingo, maio 06, 2007

Às melhores mães do mundo


Obrigada porque um dia disseste "sim": quiseste-me, queres-me, querer-me-ás.
Obrigada...

Pertenças

Há tanta alegria no disfrutar de uma carícia
No cerrar de um olhar que se abre ao infinito
Maravilhado com o que se dá e se aprecia
Embalando-se num surdo desejo de um grito

Há tanta novidade no despertar de uma paixão
Onde os desafios são constantes
A forma doce como aqueles dois humanos se dão
E se preparam para a intensa partilha dos amantes

sexta-feira, maio 04, 2007

Porque sim e porque não


Porque é que um jovem que ingressa no mundo do trabalho é tão mal recebido, apesar da sua humildade?

quarta-feira, maio 02, 2007

terça-feira, maio 01, 2007

Nível de conforto: 100%


Há dias felizes.

Depois de entregue e de recebido aquele pedacinho de céu só queremos ficar ali a contemplar as maravilhas da paz sentida. São raros estes momentos de tranquilidade: nada nos perturba, sentimos que temos o essencial, estão satisfeitas as necessidades básicas, ou seja, somos seres humanos realizados. É uma pequena paragem que nos carrega as baterias e nos transporta para novos desafios. Por hoje é tudo.

Foste um dia que valeu a pena.

Um pedacinho de céu

Olha o que eu colhi para te dar. É singelo, mas é dado com muito carinho. Se provares sabe a algodão doce, derrete-se com uma enorme facilidade. Foi criado especialmente para ser gentilmente oferecido àqueles que merecem. A sua constituição permanece no segredo dos deuses, por isso é irrepetível.
Toma, guarda. É um pedacinho de céu que está reservado só para ti.

segunda-feira, abril 30, 2007

Momentos perdidos

Quanta dor difícil de suportar.
Quanto sofrimento depois de uma dura verdade.
Quanta angústia no tratamento das feridas.
Quanto desânimo ao encarar o futuro.

Tudo isto porque há gente má, injusta e insensível. Desejo-lhes o triplo daquilo que andaram a espalhar.

domingo, abril 29, 2007

Perdidos

Tantos beijos que ficaram por dar por faltas de coragem ou vergonhas castradoras.
Tantas palavras ficaram por dizer sufocadas em silêncios indesejados.
Tantos abraços perdidos para a eternidade deixando vazios inconsoláveis.
Tantas carícias reprimidas apesar das vontades apaixonadas.

Medos. Receios. Inseguranças. Acanhamentos. Fantasmas que se apoderam e nos impedem de experimentar tantas maravilhas.

sábado, abril 28, 2007

Tatuagens

Num quadro teu, traço a pincel,
a história da tua vida,
escrita, sentida, tatuada na pele.
Quem lá, escreveu, com a tua permissao,
Nem sequer, nem sequer percebeu,
e perdeu, passou-lhe a pele por entre as mãos.
Polo Norte, Pele

sexta-feira, abril 27, 2007

Sempre lá


Único. Omnipresente. Confidente.
Fiel companheiro. Melhor amigo. Ombro presente. Cara metade. Alma gémea.
Porque há quem seja insubstituível.

quinta-feira, abril 26, 2007

quarta-feira, abril 25, 2007

Encontros

Assim estava eu sentada, entretida a pensar no ontem, no hoje e no amanhã, quando levanto os meus olhos e me fixo num rosto familiar que passava. Também aqueles olhos se colaram aos meus num ápice. Reconhecemo-nos. Ele passeava apressado, com passos pesados e eu seguia cada milímetro de terreno percorrido. O filme das nossas vidas correu de uma ponta a outra, rebobinando cada face cruzada até então, cada local explorado, numa busca incessante, esgotando a memória.

Eis que me ocorreu quem eras e não pude suportar o sorriso que rasguei de imediato. Eras a recordação de um passado realizado. A minha alegria depressa te contagiou e te trouxe à lembrança quem eu era. Correste para mim.

- Olá, estás boa?
- Estou óptima e tu? Nem sei se estás a ver quem sou...
- É claro que sei quem és, mas não me recordo do teu nome.
- Principezinha.
- Claro, Principezinha...

Em breves minutos partilhámos os percursos tomados por cada um. Cinco anos condensados ao essencial.

- Então e continuas a viver o teu sonho? - perguntaste-me.
- Quem me dera... Sabes como é difícil, deixei-o adormecer. Mas dava tudo para voltar a vivê-lo.

Virámos costas. O tempo a isso nos obrigou. Trocámos números e últimos sorrisos.

Vieste acordar um velho sonho anestesiado.
Teve tanto de bom como de doloroso.

terça-feira, abril 24, 2007

Doces supresas


Comido a dois tem outro sabor.

segunda-feira, abril 23, 2007

Vazios


Olhar vago e distante
Silêncio incómodo

Horas que passam sem pedirem licensa
Terras passageiras às quais não damos importância
Tornados devastadores num coração tão frágil
Lágrimas que carregam os sonhos de uma criança

Ombros insuficientes
A impotência de quem nada pode fazer
Senão esperar...

domingo, abril 22, 2007

E agora?


Palmilhamos pelos trajectos possíveis que se nos vão oferencendo. Fazemos as opções que nos parecem mais correctas ou que esperamos que sejam sinónimo de alegria, realização e bem-estar. Contudo alturas há em que esbarramos contra o inevitável. Aí, não há nada a fazer.
Haja cabeça fria.
Haja uma mão amiga que, na hora h, nos indique o caminho da felicidade.

sábado, abril 21, 2007

Apanhei o impossível

Porque é que só valorizamos as coisas quando as perdemos?

sexta-feira, abril 20, 2007

Único


Há sabores e texturas incomparáveis e irrepetíveis.
Hoje quero-os só para mim.

quinta-feira, abril 19, 2007

Fitas do passado


Guardam-se as fitas do passado numa memória que se quer jovem e pouco saturada. Contudo, é interessante verificar como o cérebro é capaz de fazer sumir tantas palavras desagradáveis ou episódios menos felizes.

Se não é para reter para a posterioridade, também não fica aqui a fazer nada. E assim desaparecem com a brisa do final da tarde. Viajam para terras distantes, para junto de línguas estranhas e enroladas que certamente nunca compreenderão aquelas tamanhas maldades. Bom para eles, melhor para nós que nos purificamos dos maus pensamentos e das noites mal dormidas.

Reservam-se fotos de momentos queridos, dos sorrisos intensos e sinceros, da alegria dos olhares partihados. A não ser que se procurem, ficam onde as deixarmos ficar a ganhar pó e a degradarem-se como os sentimentos já o fizeram.

Engavetaram-se os postais carregados de sonhos e saudades. Cartas datando marcos da nossa história, mas que hoje não passam de aglumerados de letras sem nexo. Estas acho-as as mais difíceis de enfrentar. Lá sobrevivem, sei onde estão, mas não as procuro. Também não sou capaz de as fazer evaporar com um toque de magia e uns pózinhos de prelim pim pim.

Tudo isto e mais alguma coisa vive num sítio muito especial, reservado só para este efeito: o nada.

quarta-feira, abril 18, 2007

terça-feira, abril 17, 2007

No meu jardim secreto


No jardim das cores

há espaço para todas
para que cada uma contribua com a sua alegria
na construção de um monumento à diversidade

Neste jardim das surpresas

associam-se cores a sabores, sentimentos e sensações
baralham-se preferências nas tonalidades
rasgam-se sorrisos pelos amores à primeira vista

No jardim do arco-íris

colhe um pequena flor
leva-a para casa
dá-lhe o destaque que ela merecer

Lembra-te que ela já fez parte de um todo
e que hoje faz parte de ti

More than words


Já te disse que gosto de ti?

domingo, abril 15, 2007

Temporariamente meu

- De quem é este garfo?
- É meu.

Não há nada como uma mesa cheia de utensílios temporariamente nossos. Ai de quem no-los queira tirar. São tantas estas pequenas diárias adopções.

O que será efectivamente nosso?

Folhas amarrotadas

Quantas árvores choraram o desperdício
Pilhas de baralhados sentimentos e vagas reflexões
Entre tintas coloridas e rabiscos a carvão
Decorados com desenhos primários reveladores de uma infância feliz

Desabafos, preocupações, inquietações
Avalanches de vãs esperanças num qualquer ecoponto
Algumas celadas a cadeado por escorregadias amostras de chaves
Essas ficaram trancadas para a eternidade

Hoje as folhas são telas brancas onde o gasto é a energia
Poupam-se as lágrimas outrora derramadas
Ganha-se em canetas, lápis, borrachas e afias

Contudo nada paga o prazer de uma mão que se arrepende
E corre a rasurar com quanta força tem
Aquela palavra escrita
Que não era propriamente dirigida a ninguém

Tudo isto e mais alguma coisa
No tempo das folhas amarrotadas
E das mãos sarapintadas por canetas que rebentavam

sábado, abril 14, 2007

Entre mares e marés


Hoje o sorriso ia sendo derrubado por uma apurada onda de coisas ruins.
Foi surpreendida por um inesperado sopro que a levou para terras logínquas.
Nunca mais se ouviu falar dela.

quinta-feira, abril 12, 2007

Pieces of me


Como se de um sonho se tratasse
Fechar os olhos e pôr de lado a consciência
Para viver o que se calcula e o que já se ouviu dizer
Como se não houvesse amanhã

Agarrar uma pequena ponta de lençol perdido
E deixar-se enrolar só para se poder ser descoberto
Experimentar a euforia duma paixão nunca antes vivida ou já esquecida
Como se não houvesse amanhã

Produzir-se e embebedar-se de doces aromas
Que à certeza trarão quantas maravilhas há para degustar
Entregar-se em perfeitos pedaços humanos
Como se não houvesse amanhã

Sem horas marcadas ou sítios comprometidos
Até que o fôlego atraiçoe e que todos os membros estremeçam
É a terna alegria de quem se preparou para se dar
Como se não houvesse amanhã

quarta-feira, abril 11, 2007

Put*s e vinho verde


Vivem-se loucos cabarets nessas esquinas esquecidas. Os mais básicos instintos humanos reinam nesta era associada à cultura e à literacia. Sob um humilde serão de estudo, de costas alargadas, vive escondido um segredo que muitos não querem que seja revelado. Uns mais às claras, outros provavelmente mais às escuras, na nossa língua ou numa qualquer língua erasma, a malta depressa se mobiliza. Há linguagens claramente universais e eles sabem-nas melhor que ninguém. São matérias onde o nível de absentismo é baixíssimo e o de motivação, de tão elevado que é, nunca nenhum ministério alguma vez terá impresso em folhas de papel arquivadas em armários de madeira frios e empoeirados.
É este o panorama que se cruza por mim mal passo os portões da faculdade. Uma desenfreada cópia dos anos 50, grupos de pequenas pin ups artificais, decorativos livros debaixo dos braços ou nas cadeiras das esplanadas. Moços e rebeldes, estes são a geração pós-Bolonha.
Suados anos de faculdade...

segunda-feira, abril 09, 2007

Momento "cognac" com...


muito estilo.

Na cama dos sonhos


Adormeceste nesta cama de lençois puros e perfumados. A pouca roupa que te cobria era mais do que suficiente. Sentiste uma estranha sensualidade. Todo o teu corpo emanava um turbilhão de promessas irresistíveis que te faziam sentires-te bem, sentires-te mulher. Deste leito não queres sair porque é apetitoso e suculento, mas não o queres só para ti. Ele está disponível para esse alguém de olhos bonitos que suavemente te envolveu com a sua meiguice.
Aguardas a sua chegada, esperas irrequieta.

domingo, abril 08, 2007

Corações que se derretem

Se me acolheres no colo da tua mão e com cuidado me abraçares, sabes que vou derreter.

A verdadeira Páscoa


Conforme havia sido dito Cristo que morre na Sexta feira Santa ressuscita ao fim de três dias. Hoje é dia de festa, alegramo-nos: a vida eterna derrota as trevas da morte.

sexta-feira, abril 06, 2007

Morto por nós


Um dos maiores sacrifícios humanos. No dia da Sua morte recolhemo-nos em oração.