
sábado, março 03, 2007
Nos pés de uma bailarina

sexta-feira, março 02, 2007
Turtúlias no feminino
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
terça-feira, fevereiro 27, 2007
No palco da vida
A vida é um palco onde cada um é protagonista do seu próprio enredo e todos somos figurantes nas histórias dos que connosco se vão cruzando. Riquíssimo em cenários e efeitos especiais, representamos os episódios mais ilariantes e impensáveis. Rimos e choramos com vontade, representamos na perfeição. É uma espécie de longa metragem. O encenador não é muito exigente, só nos vai pedindo que caminhemos com precaução, usa-se da nossa consciência para nos fazer chegar uma meia dúzia de dicas e palpites sobre a nossa actuação. Outras vezes transmite-o através dos seus queridos figurantes que, de uma forma inteligente, captam a mensagem a fazem-na chegar ao protagonista. É tão intensa a forma como vivemos cada cena que, estou certa, que o público espectador ri e chora connosco, comove-se e arrepende-se das barbaridades que nos saem pela boca fora sem autorização. Ups, por auto recriação o protagonista lança-se numa intervenção que foge (e muito) ao guião que parecia ter-lhe sido atribuído, surpreendendo plateia e argumentista. Este depressa folheia as páginas que se perdem na baralhação das cenas e, claramente, aquela não aparece escrita em lado nenhum. Agora improvisa até eu refazer o texto, diria desconsolado com o rumo que foi dado àquela história. Como numa qualquer tragédia grega o público vai apludindo e sofrendo. História que não toque quem a escuta, não cumpre o seu objectivo. segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Na tua ausência

domingo, fevereiro 25, 2007
No seu melhor
Entrev.: caro jacobino, o que tem a dizer sobre as mais recentes descobertas da ciência?
Jacob.: Uma grande derrota para a Igreja.
Entrev.: E sobre as novas tendências da arte?
Jacob.:Uma grande derrota para a Igreja.
E: E que tal o Gato Fedorento?
Jacob.:Uma grande derrota para a Igreja.
E: Bom. E que tal a lei das finanças locais?
Jacob.:Uma grande derrota para a Igreja.
E: tem horas que me diga?
Jacob.:Uma grande derrota para a Igreja.
E: Gosta mais do Papá ou da Mamã?
Jacob.:Uma grande derrota para a Igreja.
Que diabo! Já viu que o bicho só sabe esta lenga-lenga.
Hugo Chelo in, http://cachimbodemagritte.blogspot.com/2007/02/derrota-da-igreja.html
Adoça-me
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
Engana meninos

Cedo fantasiamos com super heróis e histórias de encantar. Fadas, princípes e princesas, todo um imaginário de beleza e perfeição que nos seduz e nos faz sonhar. Desejamos estas personagens fantásticas, fazemos de conta que aquele é o nosso dia-a-dia e nada nos falta.
Talvez porque vivemos isto tão a sério e com tanta dedicação, anos mais tarde, depois da explosão hormanal a que a puberdade nos obriga, homens e mulheres já feitos trememos com estas questões. Muitos desanimados com o triste fado que lhes foi batendo à porta suspiram as certezas de uma perfeição que não existe, contudo uma coisa é certa: uma vez tocados por um rasgo de perfeição não há quem o suporte. Ai pernas para que vos quero!!! Certamente possível de comparar a um qualquer sprint final de uma corrida. Os argumentos vindouros que pretendem justificar este ataque inexplicável são dos melhores que há:
- És bom/a demais para mim
- Eu não mereço tanto.
- Não serei capaz de te fazer feliz.
Se lermos o que para aqui vai nas entrelinhas choraríamos a rir. Mas não estamos aqui para isso. Uma vida inteira à procura de um modelo de perfeição quando, uma vez encontrado, recusamos a vivê-lo. É estranho, mas é verdade. Preferimos viver e sonhar as nossas fantasias ao invés de investirmos e exigirmos o melhor para nós. VIDAS!!!
Quanto tempo o tempo tem

quarta-feira, fevereiro 21, 2007
terça-feira, fevereiro 20, 2007
Na terra dos sonhos

Point of no return
Quando damos por nós já tínhamos ultrapassado o limite. Não temos como voltar atrás. Uma vez decidida, a nossa cabeça leva-nos a caminhar por ali. Seguimos. Para a frente é que é o caminho e depois logo se vê.
Até onde posso ir eu? Vamos até onde queremos ou até onde nos deixam ir. Apalpamos o terreno com uma delicadeza mestra, não queremos deitar por terra os limites que em comum construímos. Imposto está o limite. Imposta poderá estar a tentação de o romper e de experimentar essa ousadia rebelde e impura de bloquearmos a inteligência. Uma vez superado o pudor é espantosa a velocidade que tudo pode atingir. Contudo, a Voz da Verdade continua a sussurrar-nos ao ouvido
agora é tarde...
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
O meu problema de expressão
Faço deste pequeno espaço uma sincera homenagem a todas e todos que valem a pena. Pode parecer estranha a minha atitude, mas tenho dado por mim a encontrar sérias dificuldades em perceber tantos e tantos seres humanos como eu. Qual Torre de Babel. Não percebo, não compreendo e custa-me a crer que todos tenhamos razão. Não há dia em que não aplique a expressão "anda tudo parvo", também me procuro incluir neste role de personagens alienadas que não sabe bem o que anda a fazer, nem o porquê. Muitos sabem e continuam a fazer mal e esses ainda me assustam mais, tal não é o disparate daquelas criaturas. Paragem
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Cromos e cromas
Prof - Vá meu amigo, toca a arrumar esses cromos todos. Se eles não desaparecerem fico com todos para mim que eu também faço colecção.
Pipi das Meias Altas - A professora costuma mentir?
Prof -Claro que não!
Pipi das Meias Altas - E tem para a troca?










